quinta-feira, 19 de maio de 2022

OS LAÇOS E OS NÓS EMOCIONAIS

 OS LAÇOS:

Quando falamos de sentimentos sempre temos a intenção de: Se um dia eu me deparar com um amor tão intenso e profundo, terei coragem de persegui-lo...Mas quando de fato nos deparamos, na vdd não temos coragem, quer seja pelos traumas, dores e decepções já vividas, quer seja pelo ego ou medo de enfrentar mais uma frustração e sentir que não temos força pra suportar mais uma. Fato é que o AMOR é a arte de DOAR-SE, sem querer nada em troca, tampouco a reciprocidade desse sentimento, AMAR É SE ENTREGAR SEM APRISIONAR, é sentir perto mesmo longe, é tanta coisa, mas a única coisa que amor não é, é dor.

Ou somos capazes de amar ou não.


OS NÓS:

Ao final, é simples: a pessoa que o merece é aquela que, tendo a liberdade de escolher, se aproxima de você, o aprecia e dedica a você seu tempo e seus pensamentos. NINGUÉM PODE FAZÊ-LO INFELIZ SEM O SEU CONSENTIMENTO. 

A ferramenta mais poderosa para lutar contra a injustiça emocional e a indiferença é a determinação pessoal. Ela deve ser acompanhada de amor próprio, de autoconhecimento e de reflexões sobre os sentimentos, desejos e comportamentos próprios e alheios. 

Você jamais terá um banquete se fica farto com as migalhas. Jamais será levado a sério se romantiza joguinhos e justifica vácuos e perdidos. Nunca se esqueça que ofereceu chances e elas foram desperdiçadas, todas elas. Não se distraia das sensações ruins que a porta giratória te causou, e não caia na tentação de duvidar das cicatrizes que ela deixou. 

Mas antes de sair fazendo cobranças e exigências, estabelecendo regras e impondo ultimatos, experimente simplesmente sair da porta giratória e veja o que acontece. Ao invés de esperar uma mudança de atitude do outro, mude você. O coração não precisa viver em compasso de espera, dando chances e mais chances a alguém que simplesmente não se importa. Se o outro se importasse, a porta não giraria.

Nessa intrincada tapeçaria de laços e nós, que se passa nas profundezas do nosso psiquismo, observamos também o ciclo da compulsão à repetição, o que nos possibilita o alerta da tendência a revivermos padrões dolorosos, sejam eles de relações que não se sustentam, de doações não retribuídas ou de migalhas que não saciam, não é mero acaso. 'DA JANELA DO MEU OLHAR' o inconsciente buscando, incessantemente, elaborar traumas não resolvidos, ressignificar feridas primárias ou, paradoxalmente, reproduzir o conhecido, mesmo que doloroso. 

É como se a psique, em sua sabedoria tortuosa, tentasse 'masterizar' aquilo que a feriu, mas, sem consciência, apenas reencenasse o drama. O medo de enfrentar o novo, a crença de não ser merecedor(a) de um banquete, ou a dificuldade em reconhecer o próprio valor, podem ser os verdadeiros 'nós' que nos impedem de desatar as amarras e sair da porta giratória que nos leva sempre ao mesmo ponto.

'DA JANELA DO MEU OLHAR' é nesse cenário que os conceitos de Sombra e Anima/Animus, acrescentaria camadas à nossa compreensão. Aquilo que nos incomoda no outro, a indiferença, a incapacidade de doar, a aversão à profundidade, pode ser um espelho de aspectos não reconhecidos ou negados em nós mesmos, projetados no parceiro. 

A 'porta giratória' de relacionamentos que se repetem, onde a dinâmica de não reciprocidade persiste, pode ser um convite do Self para integrarmos a nossa própria capacidade de solidão saudável, de autossuficiência emocional. O desapego, sob essa ótica, não é uma fuga do afeto, mas um ato de coragem em aceitar que o outro é um ser autônomo e que sua 'ausência' pode ser, em si, um chamado à plenitude individual.

 É a desilusão do objeto externo que nos força a buscar a fonte de amor dentro de nós mesmos, onde a oferta e a demanda encontram-se em equilíbrio perfeito.

Assim, uma ferramenta poderosa para lutar contra a injustiça emocional e a indiferença, pode ser a determinação pessoal, alicerçada no amor próprio e no autoconhecimento. Não é mais sobre a busca incessante por um 'outro' que nos complete, mas sobre a completude que construímos em nós, aceitando a nós mesmos em todas as nossas dualidades. 'Amar é simplesmente Amar!!', em sua essência, liberta o amor de qualquer condicionalidade.

Ele se torna um fluxo, um transbordar do Ser, não uma barganha. A cura para as feridas da alma, e para os 'nós' que amarram o coração, reside na compreensão de que somos 'o melhor processo inacabado de auto lapidação constante, o canal de manifestação das virtudes e sombras do Eu Divino que habita em mim'. 

E essa lapidação contínua é a maior prova de que o tempo jamais será perdido, pois cada experiência, cada lágrima, cada sorriso, cada partida e cada chegada, nos modifica para sempre, expandindo nossa consciência em uma jornada infinita de ser e amar.

PS: Não tem como ser um erro se foi um caminho. Não tem que haver arrependimento se você deu o seu melhor. Não tem que sentir culpa, se você foi de verdade. E AINDA; NÃO TEM COMO ACHAR QUE FOI TEMPO PERDIDO SE DE ALGUMA FORMA TE MODIFICOU PARA SEMPRE.


E 'Da Janela do seu Olhar';

Quais 'nós' você tem percebido em suas relações que, talvez, sejam um convite para o seu próprio autoconhecimento?

O que a 'porta giratória' de suas experiências tem tentado te ensinar sobre o desapego e o amor-próprio?

Em sua jornada, você tem acolhido a complexidade do 'soltar' como um ato de liberdade, ou ainda resiste aos seus ensinamentos?


Até breve...

J.L.I Soáres

domingo, 8 de maio de 2022

PORQUE RETOMEI ESSE TRAJETO?...RETROAGIR NEM SEMPRE É REGREDIR!

 A sabedoria dos ciclos, o aprendizado contínuo e a evolução em espiral

Em nossa jornada pela vida, quantas vezes nos deparamos com um impulso, uma vontade quase visceral, de retomar um trajeto que já havíamos percorrido? Seja uma linha de estudos, um hobby antigo, uma prática que parecia ter ficado no passado. O senso comum, por vezes, nos sussurra que 'retroceder' é 'regredir', um sinal de fraqueza ou de falta de foco. Mas, 'DA JANELA DO MEU OLHAR', me questiono: será que essa máxima linear é, de fato, a verdade em uma existência que se manifesta em ciclos? Ou será que o retorno, em sua essência, pode ser a mais profunda forma de avanço e lapidação do Ser?

A vida, em sua sabedoria intrínseca, não opera em linha reta. Ela se move em espirais, em ciclos, em fluxos de ida e volta, de expansão e recolhimento. 'DA JANELA DO MEU OLHAR', percebo que essa dinâmica se reflete em nossos próprios processos de aprendizado e amadurecimento. Quantas vezes, ao longo de nossa trajetória, sentimos que um conhecimento ou uma experiência 'não deu em nada', que foi um 'tempo perdido', apenas para, anos depois, percebermos que aquilo era um alicerce fundamental para um novo insight, uma nova compreensão?

Essa é a grande ilusão do 'não ir para frente'. Acreditar que só há avanço quando o caminho é novo e ininterrupto é desconsiderar a riqueza do que já foi vivido e 'assimilado'. O que antes parecia um desvio, uma 'perda de tempo', se revela, com a bagagem de novas vivências, um solo fértil que aguardava o momento certo para germinar novas compreensões. Não se trata de regredir ao que já se foi, mas de revisitar com uma nova consciência, uma nova perspectiva, o que já é parte de nosso 'mosaico'.

O ato de retomar um trajeto não é, necessariamente, uma admissão de derrota ou de que a 'primeira tentativa' foi um fracasso. Ao contrário, é um ato de maturidade e de autoconhecimento. Pensemos: o quanto aprendemos quando nos permitimos revisitar um livro, um conceito, uma disciplina, que em outro momento não fez sentido? É a mesma obra, sim, mas somos nós quem mudamos. A nossa bagagem de experiências, a nossa 'miscelânea de saberes' acumulada, nos permite enxergar novas camadas, fazer novas conexões, e extrair uma sabedoria que antes estava velada.

É como o alpinista que, para alcançar um pico mais alto, precisa, por vezes, refazer parte do caminho, recalibrar a bússola, ou até mesmo descer um pouco para encontrar uma rota mais segura e eficaz. Não é retrocesso; é estratégia. O retorno a um antigo estudo ou interesse não significa que o anterior 'não serviu', mas que ele preparou o terreno para uma compreensão mais profunda, mais aplicável, mais alinhada ao nosso propósito atual. A Alquimia da Alma nos ensina que a transmutação não é linear; é um processo de refino contínuo, onde o 'bruto' revisitado pode se tornar o 'ouro' em uma nova fase.

A vida nos convida a uma 'espiral do aprendizado', onde cada ciclo nos eleva a um novo patamar de consciência. O que vivenciamos, o que estudamos, o que praticamos, tudo 'conta'. Não há experiência que seja verdadeiramente 'perdida', se a ela dedicamos a observação e a reflexão. Mesmo aquilo que não 'avançamos' em um sentido linear, como um curso que não foi finalizado ou uma paixão que ficou em suspenso, deixa marcas, deixa saberes, deixa 'fragmentos de alma' que, em um momento de Kairós, podem se reintegrar para dar novo sentido à nossa jornada.

Retomar um trajeto é, portanto, um ato de coragem e de sabedoria, um reconhecimento da complexidade da existência e da fluidez do nosso próprio Ser. Não se trata de negação do passado, mas de sua integração consciente. É a prova de que nossa jornada é um 'processo inacabado de auto lapidação constante', onde o aprendizado é contínuo, e a evolução se manifesta de formas que nem sempre nossa mente limitada consegue prever. A liberdade reside em abraçar essa espiral, sem medos, sem julgamentos, e com a certeza de que cada passo, mesmo que pareça um retorno, pode ser um avanço em direção à nossa mais autêntica manifestação.


E 'Da Janela do seu Olhar';

Em sua jornada, você já sentiu o chamado para retomar um trajeto que parecia ter ficado no passado?

Em que medida o 'retrocesso' em sua vida se revelou, em retrospecto, um 'avanço' disfarçado

Qual 'antigo saber' ou 'paixão' você sente que hoje, com sua nova consciência, poderia revisitar para lapidar sua alma?


Até breve...

J.L.I Soáres

quinta-feira, 5 de maio de 2022

A DIPLOMACIA DO INVISÍVEL

QUANDO O HO'OPONOPONO RESOLVE O QUE O EGO NÃO ALCANÇA

Um estudo de caso sobre Física Quântica, Projeção Psicológica e como limpei uma hostilidade gratuita usando apenas a tecnologia do perdão.

Caro leitor;

Existe um ditado popular que diz: "Quando um não quer, dois não brigam". Mas a Mecânica Quântica vai além: "Quando um muda a frequência, o outro é obrigado a recalcular a rota."

Vivi uma experiência no mundo corporativo que desafiou a lógica cartesiana e provou, na prática, que as batalhas mais violentas não são travadas com palavras, mas com vibração.

Eu trabalhava no estande de vendas de uma construtora. O ambiente era competitivo, mas cordial. Exceto por uma variável: "Marina" (nome fictício). Sem qualquer motivo aparente, essa colega nutria uma aversão gratuita por mim. Não era apenas indiferença; era uma hostilidade ativa. Ela cumprimentava a todos pelo nome, sorria, brincava. Quando chegava em mim, o silêncio era sepulcral. Eu era invisível para o ego dela.

Perguntei-me inúmeras vezes: "O que eu fiz? Eu nem faço parte do círculo social dela. Eu não ameacei o território dela. Por que esse ódio?"

Carl Jung, o pai da Psicologia Analítica, nos daria a resposta imediata: Projeção. "Tudo o que nos irrita nos outros pode nos levar a uma compreensão de nós mesmos."

Quando alguém nos odeia "de graça", geralmente estamos personificando algo que essa pessoa rejeita nela mesma (a Sombra) ou algo que ela deseja ter, mas não consegue (a Inveja/Admiração reprimida). Eu era o gatilho da neurose dela.

Mas entender isso intelectualmente não resolve o clima pesado de um plantão de vendas. Eu precisava de uma intervenção. Não uma DR (Discutir a Relação), mas uma intervenção energética.

Na época, eu estudava Mecânica Quântica e os ensinamentos do Professor Hélio Couto sobre limpeza de memórias. Decidi testar a "ferramenta havaiana" de resolução de conflitos: o Ho'oponopono.

Diferente do que muitos pensam, o Ho'oponopono não é um mantra de submissão. Desenvolvido em sua forma moderna por Morrnah Simeona e popularizado pelo Dr. Ihaleakala Hew Len, ele parte da premissa da Autorresponsabilidade Radical.

A lógica é: se essa pessoa está na minha realidade me agredindo (mesmo que com silêncio), existe alguma memória em mim que está ressoando com a memória dela. Eu não limpo o outro; eu limpo a parte de mim que compartilha essa realidade com o outro.

Durante dois dias, no trajeto para o trabalho, entrei em estado meditativo. Não pedi para Deus mudá-la. Não pedi justiça. Fiz algo mais ousado.

Mentalizei o Chakra Cardíaco de Marina. Enviei uma luz rosa (amor incondicional) e, em seguida, uma luz verde (cura). E repeti o mantra, não como uma reza, mas como um comando quântico de limpeza de dados:

"Divino Criador, limpa em mim as memórias reensinadas que compartilho com a Marina que causam essa aversão. Sinto muito. Por favor, me perdoe. Sou grata. Eu te amo."

Eu não estava "passando pano" para a falta de educação dela. Eu estava dissolvendo o nó energético que nos mantinha presas naquele ciclo de ação e reação.

Por que isso funciona? Nikola Tesla, o gênio da eletricidade, disse: 

"Se você quiser descobrir os segredos do Universo, pense em termos de energia, frequência e vibração." 

Somos feitos de átomos. Átomos são 99,9% vazio (energia). Quando eu altero a minha frequência através da intenção e do sentimento (o verdadeiro segredo da oração), eu altero o campo eletromagnético ao meu redor.

Na Física Quântica, o Efeito Observador dita que o ato de observar altera o comportamento das partículas. Ao mudar meu "olhar" sobre Marina (deixando de vê-la como inimiga e vendo-a como um ser que precisava de cura), eu obriguei a realidade a se reorganizar. O "emaranhamento quântico" entre nós mudou.

No segundo dia, cheguei ao estande. Marina estava organizando a escala. O clima era o de sempre. Até que, de repente, ela olhou para mim e disse, em alto e bom som:

"Julie, você pode ver isso aqui?"

O estande parou. Foi uma daquelas cenas de novela onde a música cessa. Todos sabiam que ela nunca me chamava pelo nome, muito menos pelo meu apelido carinhoso, "Julie".

Vi o espanto nos olhos dos colegas. Mas o mais chocante foi ver o espanto nos olhos dela. Ela parecia surpresa com as próprias palavras, como se tivesse sido "hackeada" por uma força maior. O inconsciente dela reagiu à limpeza antes que o ego dela pudesse erguer a barreira. Daquele dia em diante, nunca fomos melhores amigas. Mas o ódio? Evaporou. O cumprimento tornou-se diário. A guerra fria acabou sem que um único tiro verbal fosse disparado.

Recentemente, orientei uma amiga que precisava ter uma conversa difícil com o ex-marido sobre os filhos. A animosidade era a regra.

Disse a ela: "Não vá para a guerra armado apenas com argumentos lógicos. O ego dele vai rebater. Vá armada com energia. Antes da conversa, faça o Ho'oponopono. Visualize-o recebendo a notícia com paz. Limpe em você a raiva que você sente dele."

Dito e feito. A conversa, que tinha tudo para ser um desastre, fluiu como um rio calmo. Ele acolheu, entendeu e concordou.

Muitas vezes, tentamos resolver problemas energéticos com soluções tridimensionais (conversas, brigas, e-mails, processos). É como tentar consertar um software quebrado limpando a tela do computador.

A lição que fica, validada pela minha experiência e pela ciência, é que não precisamos ser reféns do mau humor alheio.

Se você tem uma "Marina" no seu trabalho ou na sua vida, pare de tentar entender "por que" ela não gosta de você. O "porquê" pertence ao ego. Foque no "como" resolver. E a resolução começa dentro. 

Limpe a memória. Mude a frequência. E assista, de camarote, o Universo (e a pessoa) se reajustarem à sua nova vibração.

O amor, afinal, não é apenas um sentimento poético. É a força física mais potente da natureza.

Mas a pergunta que não quer calar: O Dilema Ético: Isso foi Manipulação Mental ou Violação do Livre-Arbítrio?

Aqui, o leitor atento (e ético) deve estar se perguntando: "Mas Jú, ao fazer isso, você não invadiu a mente dela? Você não manipulou o livre-arbítrio dela de não gostar de você?"

Essa é a linha tênue que precisamos traçar com clareza cirúrgica.

Se eu tivesse mentalizado: "Marina vai gostar de mim, Marina vai me elogiar, Marina vai fazer o que eu quero", isso seria Magia Simpática (ou manipulação psíquica). Eu estaria tentando impor a minha vontade sobre a vontade dela. Isso gera carma e viola a soberania do outro.

Mas o Ho'oponopono opera na via oposta. Eu não pedi nada para ela. Eu pedi para mim.

O comando foi: "Divino Criador, limpa EM MIM o que está gerando essa situação."

A lógica é a da Ressonância. Para que ela me odiasse, precisava haver um "gancho" em mim (uma memória, uma insegurança, uma vibração) onde o ódio dela pudesse se pendurar. O que eu fiz foi remover o gancho. Sem o gancho, o ódio dela caiu no chão por falta de sustentação.

Eu não tirei o livre-arbítrio dela. Ela continuou livre para me odiar se quisesse. Mas, ao mudar a minha frequência, eu deixei de fornecer o "combustível" para a antipatia dela. Eu limpei a vidraça suja através da qual nos olhávamos. Se ela passou a me ver melhor, não foi porque eu a forcei, mas porque eu parei de projetar a sombra que escurecia a visão dela.

Portanto, limpar a própria energia nunca é manipulação; é higiene relacional.

E, "Da Janela do seu Olhar" caro leitor;

Diante de alguém difícil, você gasta sua energia tentando entender o porquê ou focando em como resolver dentro de si?

Você acredita que tem o poder de mudar a realidade ao seu redor mudando apenas a sua vibração, ou ainda espera que o outro mude primeiro?

Até breve...

J.L.I Soáres

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